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Renda fixa

Tesouro Direto para iniciantes: Selic, Prefixado e IPCA+

Entenda os três tipos de título do Tesouro Direto, quando usar cada um e o que acontece se você vender antes do vencimento.

Por Organize Carteira · 7 de novembro de 2026 · 2 min de leitura

Pessoa conferindo papéis com caneta e calculadora
Foto: Unsplash

No Tesouro Direto você empresta dinheiro para o governo federal e recebe juros por isso. É um dos investimentos mais seguros do país e dá para começar com pouco dinheiro, pela sua corretora ou pelo site do Tesouro.

Os três tipos

  • Tesouro Selic: acompanha a taxa Selic, sobe um pouquinho todo dia e quase não oscila. É o mais indicado para a reserva de emergência.
  • Tesouro Prefixado: você sabe na hora da compra quanto vai receber no vencimento. Bom quando você acha que os juros vão cair.
  • Tesouro IPCA+: paga a inflação mais uma taxa fixa. Protege o poder de compra e combina com objetivos longos, como aposentadoria.
Cada título tem um papel: escolha pelo prazo do seu objetivo.
Cada título tem um papel: escolha pelo prazo do seu objetivo.

Vender antes do vencimento

Você pode vender qualquer título antes da data, mas o preço muda todo dia (é a chamada marcação a mercado). No Tesouro Selic essa variação é pequena. No Prefixado e no IPCA+, se os juros do mercado subirem, o título pode valer menos do que você pagou naquele momento. Quem leva até o vencimento recebe exatamente a taxa combinada.

Custos e imposto

Existe uma taxa de custódia da B3, cobrada sobre o valor investido (no Tesouro Selic há isenção para valores menores). O imposto de renda segue a mesma tabela regressiva dos CDBs, de 22,5% a 15%, e já vem descontado no resgate.

Na prática

Comece pelo Tesouro Selic. Depois que a reserva estiver formada, use o IPCA+ para metas de longo prazo. No Organize Carteira, cadastre o título em Renda fixa para acompanhar o saldo e o imposto estimado.

Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento.

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