No Tesouro Direto você empresta dinheiro para o governo federal e recebe juros por isso. É um dos investimentos mais seguros do país e dá para começar com pouco dinheiro, pela sua corretora ou pelo site do Tesouro.
Os três tipos
- Tesouro Selic: acompanha a taxa Selic, sobe um pouquinho todo dia e quase não oscila. É o mais indicado para a reserva de emergência.
- Tesouro Prefixado: você sabe na hora da compra quanto vai receber no vencimento. Bom quando você acha que os juros vão cair.
- Tesouro IPCA+: paga a inflação mais uma taxa fixa. Protege o poder de compra e combina com objetivos longos, como aposentadoria.
Vender antes do vencimento
Você pode vender qualquer título antes da data, mas o preço muda todo dia (é a chamada marcação a mercado). No Tesouro Selic essa variação é pequena. No Prefixado e no IPCA+, se os juros do mercado subirem, o título pode valer menos do que você pagou naquele momento. Quem leva até o vencimento recebe exatamente a taxa combinada.
Custos e imposto
Existe uma taxa de custódia da B3, cobrada sobre o valor investido (no Tesouro Selic há isenção para valores menores). O imposto de renda segue a mesma tabela regressiva dos CDBs, de 22,5% a 15%, e já vem descontado no resgate.
Na prática
Comece pelo Tesouro Selic. Depois que a reserva estiver formada, use o IPCA+ para metas de longo prazo. No Organize Carteira, cadastre o título em Renda fixa para acompanhar o saldo e o imposto estimado.
Conteúdo educativo. Não é recomendação de investimento.